segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Aracaju















Chegamos a Aracaju pela noite do dia 16 e não saímos do hotel pois teríamos que sair às 6:30h da madrugada pra passear pelo Xingó.
No dia seguinte fizemos o passeio pelo rio São Francisco, que nos levou ao Cânion do Xingó. Foi bem bonito, mas esperava mais. Valeu pelo mergulho no rio, em um local com 15m de profundidade, água muito boa.
À noite demos só uma caminhada pela orla. Que orla! Acho que a mais bonita e mais estruturada que já vi. Tem vários restaurantes e atrações (parque, centro infantil, feira de artesanato...).
Ontem fomos ao Mangue Seco, isso mesmo, onde foram gravadas cenas da novela "Tieta". Pra chegar ao local, tivemos que atravessar um rio de balsa, pegar uma lancha e depois um bugre. O local é muito lindo. Passeamos de bugre pelas dunas e depois ficamos numa praia sensacional. A água morninha com um vento gostoso. Que maravilha!
Na volta rolou um pequeno stress na fila pra pegar a balsa de volta. O motorista de nossa van passou dois carros que ficaram parados quando o trânsito deu uma andada. Pronto, o machão de um dos carros desceu e veio educadamente falar com o nosso motorista, mas educadamente mesmo, deu até "boa tarde". Dialogaram por uns segundos e o machão foi engrossando, mas dentro de um tom controlado, porém irônico. Por fim chamou nosso motorista de palhaço. Aí a mulher do motorista começou a falar, a do machão também, nós dentro da van ficamos sem saber o que fazer, uma beleza. Mas logo o motorista da van fechou a janela e o clima esfriou.
Saímos pra jantar e entrei no restaurante República dos Camarões (aqui na orla). Entrei, sentei, olhei o cardápio, enrolei o pano da mesa, que fora utilizada e ainda não tinham feito a limpeza, olhei pros garçons na esperança de um vir me atender. Um veio falar comigo, perguntou se já havia sido atendido. Disse que não e pedi pra tirar o pano da mesa (já havia adiantado o trabalho dele...). O que ele fez? Foi pro lado de fora do restaurante e não me atendeu.
Não sei o motivo pelo qual não me atenderam. Passaram-se mais de dez minutos e nada, não sabia mais o que fazer pra chamar a atenção. Decidi sair e ir pra outro restaurante, como disse, há várias opções.
Ao chegar no outro restaurante, sem querer desenvolvi um método pra ser muito bem atendido. Quando o garçon veio falar comigo, pedi as bebidas. Quando ele as trouxe, falei pra ele que fiquei um tempão no outro restaurante e fui ignorado e que ele me trouxe as bebidas muito rápido. em seguida emendei: "Como pode uma pessoa ficar mais de dez minutos em um restaurante e nenhum garçon vir atender? Onde já se viu? Garçon tem que ser igual a você, prestar um bom atendimento, ser rápido. Deve se preocupar em atender bem, não é?"
Foi o bastante, o garçon foi super atencioso comigo. Bom, pode ter sido coincidência, ele pode normalmente atender bem mesmo, mas vou usar isso daqui pra frente. Sempre que chegar a um restaurante vou falar mal de outro pro garçon querer mostrar um bom serviço.
Hoje fizemos um city tour. Fomos aos principais pontos dentro da cidade, que não são muitos.
Em busca da catedral da cidade, paramos ao lado de um táxi e perguntamos ao motorista como deveríamos fazer pra chegar na tal igreja. O motorista nos disse para segui-lo. Pensei que ele encostaria o carro pra não atrapalhar o trânsito e nos daria as dicas. Mas não, ele me fez segui-lo até a igreja mesmo, parando inclusive após um cruzamento em que ele conseguiu passar e eu fiquei preso pelo fluxo. Quando chegamos à igreja ele seguiu seu caminho. Não sei se o caminho dele era aquele mesmo (e ele estava com uma passageira), mas ele me deixou em frente À igreja. Que motorista bonzinho!
Após o reconhecimento da cidade fomos almoçar.
Como a pobreza é muita, comecei uma caça à maquininha de recarga do cartão refeição. Fui a um shopping, andei pelas duas praças de alimentação e nada. Perguntei ao segurança e ele disse que não tinha ali, mas no outro shopping poderia ter. Fui ao outro shopping e nada novamente. Almocei no dinheiro mesmo, foi o jeito.
Voltando pro hotel, demos um passeio pela orla e visitamos um centro do projeto TAMAR. Chegamos bem na melhor hora, o momento de alimentação dos bichos.
Bom, amanhã partiremos pra Maceió. Aguarde mais notícias...

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